Plantada em céu de boca,
Cheirando a jasmin...
Meia história do sem-fim,
De boca em tatuagem
E de marcas no corpo
Em rotas de labirintos
De saudade ou nunca mais.
Peco por quereres,
Imploro por poderes
E contemplo-te,
voando em outros jardins,
E chamo teu nome carmim.
Ardo em febre e sou delirante desassossego...
Visão onírica, helênica,
epopeia de mim
com heroína-deusa-humana
Exaltada em cantos e vitórias
De jardim secreto.
Saga e miragem particular,
Inatingível flor morena
Contada em versos de bocas...
Meu tormento de céu de jasmin.






